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O Brasil produz cerca de 240 mil t de lixo por dia – número inferior ao dos EUA
(607 t/dia), mas bem superior ao de países como a Alemanha (85 t/dia) e a Suécia
(10,4 t/dia). Desse total, a maior parte vai parar nos lixões a céu aberto;
apenas uma pequena porcentagem é levada para locais apropriados. Uma cidade como
São Paulo gasta, por dia, 1 milhão de reais com a questão do lixo.
São poucas as
prefeituras do país que possuem equipes e políticas públicas específicas para o
lixo. Quando ele não é tratado, constitui-se num sério problema sanitário, pois
expõe as pessoas a várias doenças (diarréia, amebíase, parasitose) e contamina o
solo, as águas e os lençóis freáticos. Entre as soluções para a questão estão a
criação de aterros sanitários em locais adequados, a adoção de programas de
coleta seletiva e reciclagem, a realização de campanhas de conscientização da
sociedade e uma maior atuação dos poderes públicos. O lixo pode ser classificado
de acordo com sua natureza física, composição química, origem, riscos potenciais
ao meio ambiente, entre outros fatores. A maior parte do lixo
domiciliar no Brasil é composta de matéria orgânica; em seguida vem o papel. O
tratamento adequado do lixo envolve tanto vantagens ambientais (preservação,
saúde e qualidade de vida) como econômicas. Leia mais |